segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Hospitais em Bagé.

Fonte:

Hospital localizado a poucas quadras da zona central onde está situado o pronto socorro de atendimento. Hospital Santa Casa de Caridade.

Unipampa

Fonte:


Está é a sede da unipampa da cidade e região fica
localizada no bairro proximo a entrada, bairro malafaia.
  

Mercados em Bagé.

Fonte:





Este mercado é um dos maiores da região da campanha apresentado varias lojas na região além destes há a rede nacional de supermercados e outros menores espalhados na cidade.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Desfile da Semana Farroupilha






Festa em CTG da cidade na semana farroupilha.


37ª Romaria de Nossa Senhora Conquistadora











Santuário da Conquistadora.
A 37ª Romaria de Nossa Senhora Conquistadora reuniu 10 mil participantes que partiram da Catedral de São Sebastião até o Santuario da Conquistadora no domingo do dia 25 de setembro houveram missas festivas e almoço de confraternização.

Vila de Santa Thereza

Centro Histórico Vila de Santa Thereza


Em torno da charqueada de Santa Thereza, fundada por Antônio de Ribeiro Magalhâes, em 1897 surgiu a “Vila de Santa Thereza”. Além da residência de verão da família, a vila abrigava inicialmente cerca de 840 pessoas que trabalhavam nas charqueadas e nas fábricas. A assistência aos trabalhadores era completa: não só habitavam a Vila Operária, como tinham assistência médica e farmacêutica.
A Vila tinha casas de material para cerca de 1000 pessoas e também luz elétrica (usina independente). Quem viajava de trem, ao passar por Santa Thereza, vislumbrava alamedas, casas de boa construção, distribuídas em alinhamento simétrico, solo todo terraplenado, sempre limpo, impressionando de forma agradável aos viajantes. A estrada que davam acesso ao estabelecimento, eram mantidas pelo Visconde. Endereço: Av. Visconde de Ribeiro Magalhãe. (Fonte: http://www.bage.rs.gov.br/pontos_turisticos_visualiza.php?id=11).

Forte de Santa Tecla

Placa da entrada onde estava situado o Forte de Santa Tecla.

Monumento representando o Forte de Santa Tecla.
Localização: O Forte de Santa Tecla localizava-se às margens do rio Negro, próximo à foz do rio Piraízinho, atual município de Bagé, no estado brasileiro do Rio Grande do Sul. (Fonte: Wikipedia).

O frágil forte construído pelos espanhóis

Barro, madeira e palha. Em novembro de 1773, os espanhóis pensavam que estes materiais segurariam o exército da Coroa Portuguesa durante uma possível retomada do território controlado por eles haviam 10 anos.
Sem perceber o erro de engenharia militar que estavam cometendo, o governador das Províncias do Rio do Prata, Juan José Vertiz y Salcedo, levantou o Forte de Santa Tecla, às margens do Rio negro, em Bagé.
A construção ficou à cargo do francês Le Coq. Com muralhas de barro calcado, construções internas de pau-a-pique e telhados de palha, a fortificação tinha o formato pentagonal. Em cada uma de suas extremidades, um baluarte fazia invocação a São Francisco, Santo Agostinho, São Miguel, São João Batista e São José. No lado sul, um fosso dificultava a escalada das tropas inimigas.
Foi o que salvou temporariamente a frágil fortaleza. A obra ficou pronta em 1776, às vésperas de um ataque que iniciou em 28 de fevereiro. Plantadas em uma coxilha, as muralhas de Santa tecla produziam despenhadeiros naturais que impossibilitavam a escalada de tropas inimigas. Sem possibilidade de invadir, as tropas dirigidas pelo sargento-mor Rafael Pinto Bandeira resolveram esperar.
Dpois de enfrentar um cerco que durou quase um mês, o comandante da fortaleza, Don Luiz Ramirez propôs a paz. o chefe das forças portuguesas aceitou a rendição. Prendeu os adversários e colocou fogo no forte. (Fonte: http://www.paginadogaucho.com.br/hist/bage.htm).
Entrada do museu do Forte de Santa Tecla.

Museu localizado no Forte de Santa Tecla.


Localizado junto às fundações do Forte de Santa Tecla, o museu expõe grande variedade de material, encontrado nas escavações arqueológicas executadas na área dessa fortificação espanhola. Dispõe ainda de exposições de diversos objetos que fazem parte da história do gaúcho da região da fronteira. Entre os objetos expostos, muitos são de origem bélica, resultantes das batalhas ali realizadas. O acesso é pela BR-423, com exposição permanente